Autor: Fonológica (Página 1 de 17)

Disortografia I – troca de letras na escrita

Disortografia I – troca de letras na escrita

Autoria do texto: Lilian Kotujansky Forte

www.fonologica.com.br/quem_somos.html

Na disortografia, o processo de escrita das palavras foge do padrão ortográfico estabelecido. Neste sentido, a escrita com alterações ortográficas apresenta substituições, omissões e inversões de letras, com comprometimento da correspondência fonema-grafema (som-letra).

Algumas dificuldades ortográficas fazem parte da evolução normal do processo de apropriação da escrita como meio de comunicação. Neste sentido, os “erros” , ou seja, as disortografias, são vistas sob uma perspectiva evolutiva. Na medida em que as crianças praticam a escrita, vão tendo oportunidade de aprender e reter as regras ortográficas de nossa língua.

No entanto, substituições de grafemas por dificuldades de natureza auditiva (ex.: capelo/cabelo, guarta/guarda, amico/amigo, máxica/mágica, etc), não são esperados em nenhum grau de escolaridade, pois já denotam um desvio no processo da escrita e devem ser encaminhados a um profissional da área para um adequado acompanhamento.

Crianças com alterações mais significativas necessitam de um acompanhamento com o fonoaudiólogo, que poderá identificar com maior precisão o que está por trás desta dificuldade de leitura e escrita (perda auditiva leve, distúrbios de fala, desvios de atenção, alterações psicomotoras, imaturidade, etc). O encaminhamento correto por parte da escola abrevia o diagnóstico e, consequentemente, o processo de reabilitação.

Preparamos duas cartelas que auxiliam a terapia fonoaudiológica para as trocas de natureza auditiva:

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Atenção: Os documentos eletrônicos aqui publicados são propriedade intelectual de Lilian Kotujansky Forte e de Cecília Schapiro Bursztyn ou de outros contribuintes individuais para o site. Você pode se referir às informações e citações dos artigos deste site, desde que inclua as referências e o link que permitam ao leitor de seu artigo localizar a obra original aqui.

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Autor: Fonológica (Página 1 de 17)

Entendendo a compreensão em leitura

Autoria do texto: Lilian Kotujansky Forte

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O que faz de alguém um bom leitor?

Primeiro, é preciso saber como ler as palavras em uma página e entendê-las. Mas há um nível superior para a compreensão da leitura: unir as palavras ao longo do tempo, mantendo sua ordem e significado em sua memória, de modo que se possa entender frases, parágrafos e textos extensos.

Pesquisadores da Universidade de Northwestern estavam interessados ​​em explorar a atividade cerebral subjacente a esta etapa de integração de nível superior. Através da utilização de um EEG para medir ondas cerebrais, eles foram capazes de prever a compreensão da leitura, com quase 90 por cento de precisão com base nas diferenças de atividade cerebral entre os textos de história ordenadas e desordenadas.

Os participantes leram duas versões de um texto longo apresentado em um monitor de computador, uma palavra de cada vez. Uma versão era na ordem original da história, a outra versão foi em uma ordem embaralhada. Em cada caso, os participantes liam as palavras, a fim de realizar uma tarefa de encontrar palavras. No entanto, apenas na versão ordenada da história, elas foram também solicitados a compreender a história em preparação para um teste de compreensão.

Os pesquisadores descobriram que, para pessoas que leram cada palavra na versão ordenada da história e tentaram juntar as palavras para formar uma história, mas não compreenderam bem a história, a atividade cerebral não diferiu muito entre as duas versões do história. Bons leitores, por outro lado, deveriam mostrar atividade cerebral distintamente diferente quando estavam juntando com sucesso as palavras e lembrando a história ordenada versus quando as palavras foram embaralhadas.

“Nós usamos um algoritmo computacional chamado de random-forest para identificar a atividade neural que diferenciou os bons leitores dos maus leitores. Esta atividade foi focada em eletrodos de EEG em direção à parte frontal da cabeça”, disse Julia Mossbridge, principal autora do estudo e pesquisadora associada em psicologia na Northwestern.

Pesquisas anteriores nesta área examinaram a atividade cerebral em torno da compreensão de frases e de textos curtos. Consequentemente, a descoberta mais significativa do estudo, disse Mossbridge, é que ela e seus colegas desenvolveram um método, utilizando textos mais longos, para chegar ao processo de integração na compreensão da leitura.

“Os indivíduos com déficits de compreensão de leitura, na ausência de outros déficits de leitura, provavelmente falham na habilidade de juntar as palavras e manter o significado integrado ao longo do tempo”, disse Mossbridge. “Esperamos que o nosso novo paradigma e o resultado que mostra a atividade neural que diferencia o bom leitor do mau leitor possa ser usado ​​para ajudar a diagnosticar e, eventualmente, tratar os distúrbios de leitura.”

Jornal de referência:

. Julia A. Mossbridge, Marcia Grabowecky, Ken A. Paller, Satoru Suzuki atividade Neural amarrado a leitura prevê diferenças individuais na compreensão de texto estendida Frontiers in Neuroscience Humano, 2013.; 7 DOI: 10,3389 / fnhum.2013.00655

Traduzido do site: Northwestern University. “Compreendendo a compreensão.” ScienceDaily. ScienceDaily, 6 de Novembro de 2013. <www.sciencedaily.com/releases/2013/11/131106101610.htm>. 

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Intervenção precoce na dislexia

Autoria do texto: Lilian Kotujansky Forte
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Intervenção precoce em crianças com dislexia

A identificação de crianças com dislexia, já no primeiro ano do ensino fundamental, poderia diminuir a lacuna em relação aos leitores típicos, de acordo com um novo estudo realizado por pesquisadores da Universidade da Califórnia, Davis e da Universidade de Yale.

Os dados indicam que já não é aceitável esperar que a criança esteja no 3º ano ou mais antes de empreender esforços e tratar a dislexia.

“Se a diferença no desempenho entre os leitores disléxicos e típicos deve ser estreitada, ou até mesmo zerada, as intervenções em leitura devem ser implementadas cedo, quando as crianças ainda estão desenvolvendo os fundamentos básicos para a aquisição da leitura”, disse Emilio Ferrer, professor de psicologia UC Davis. Ele é o autor principal do artigo publicado no The Journal of Pediatrics de novembro de 2015.

Ferrer e seus colegas de Yale, Bennett e Sally Shaywitz, relataram os resultados de um estudo longitudinal de leitura a partir do 1º ano até o ensino médio e além. Em comparação com os leitores típicos, os leitores disléxicos tiveram pontuação menor leitura já no 1º ano, e suas trajetórias ao longo do tempo nunca convergiram com as de leitores típicos. Estes dados demonstram que essas diferenças não são tanto em função do aumento das disparidades ao longo do tempo mas, em vez disso, refletem diferenças marcantes já presentes no 1º ano entre os leitores típicos e os leitores disléxicos.

Os autores também concluem que a implementação de programas de leitura eficazes tão cedo quanto educação infantil (pré-escola) oferece o potencial para fechar a lacuna entre os leitores típicos e os leitores disléxicos.

 

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Referência:

University of California – Davis. “Early intervention in dyslexia can narrow achievement gap: Intervention should begin in first grade, or earlier.” ScienceDaily. ScienceDaily, 2 November 2015. <www.sciencedaily.com/releases/2015/11/151102184216.htm>.

Imagem: My cute graphics

Autor: Fonológica (Página 1 de 17)

Atividade de escrita – P x B

Autoria da atividade: Lilian Kotujansky Forte
www.fonologica.com.br/quem_somos.html

Atividade de ortografia

Nas disortografias (trocas de letras na escrita), é importante apresentar à criança atividades que a ajudem a distinguir as letras que apresenta dificuldade.

Apresentamos abaixo uma atividade que trabalha com as substituições entre os grafemas (letras) P x B (feita com o software Click and Create).

Este tipo de disortografia, entre P e B, se deve às dificuldades da criança com a percepção auditiva de sons muito parecidos.

A relação entre fonema (som) x grafema (letra) não se encontra bem estabelecida, devido ao traço de sonoridade ser parecido entre os dois sons.

Nesta atividade cada figura apresentada começa com a letra B ou P. A criança escreverá o nome de cada figura apresentada com o objetivo de treinar a ortografia.

Treino_P_B

 

 

Abrir em arquivo PDF   Treino_P_B16-pics

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Atividade de Linguagem

Autoria do texto: Lilian Kotujansky Forte

Atividade de Linguagem

A estimulação da linguagem mediada pelo adulto contribui para o desenvolvimento da linguagem oral na criança pré-escolar.

O jogo é um meio interessante para promover a interação com a criança de uma forma criativa e divertida.

O site “La classe de Laurène” apresenta vários jogos para o desenvolvimento infantil, em diversas competências.

Destaco o jogo “Qui suis-je?”, em que é possível explorar diversas habilidades linguísticas: vocabulário, elaboração discursiva oral e, até mesmo,  a elaboração discursiva escrita.

O jogo apresenta 24 fichas, cada uma delas com três pistas, para que a criança identifique a que animal pertencem. Este animal será colocado no espaço onde há um ponto de interrogação.

Por ser um jogo apenas de figuras, é facilmente adaptável para qualquer idioma e pode ser muito útil na terapia fonoaudiológica.

É só imprimir e… Mãos à obra!!

Quem sou eu?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Referências:

La classe de Laurène

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