Postado por Fonológica em 22 de outubro

Autoria do jogo: Lilian Kotujansky Forte

www.fonologica.com.br/quem_somos.html

Jogo “Olho Vivo” para terapia

jogo-olho-vivo

Olá!

Preparamos uma nova atividade para a terapia fonoaudiológica, o jogo “Olho Vivo”. O jogo oferece a oportunidade de trabalhar com a linguagem oral e escrita, consciência fonológica, habilidades auditivas e visuais.

O jogo apresenta figuras com fonemas iniciais que se distinguem pelo traço de sonoridade. Assim, o conjunto das figuras possui todos os pares de fonemas oclusivos e fricativos, surdos e sonoros: /p/ x /b/; /t/ x //d/; /k/ x /g/; /f/ x /v/; /s/ x /z/ e /ch/ x /j/.

A atividade também pode ser usada com os pacientes que apresentam trocas ortográficas por traço de sonoridade na escrita. Possui, abaixo de cada figura, a palavra que a representa.

A inspiração veio do site francês Lire Écrire Compter que mostra vários jogos educativos nas áreas de leitura, escrita e matemática. Pensamos que seria viável adaptar um deles e fazer um interessante jogo para a prática fonoaudiológica.

Bom jogo!

Link abaixo para baixar o jogo (em PDF)

jogo-olho-vivo-fonemas

 

Atenção: Os documentos eletrônicos aqui publicados são propriedade intelectual de Lilian Kotujansky Forte e de Cecília Schapiro Bursztyn ou de outros contribuintes individuais para o site. Você pode se referir às informações e citações dos artigos deste site, desde que inclua as referências e o link que permitam ao leitor de seu artigo localizar a obra original aqui.

 

 

 

 

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Confira também:

Postado por Fonológica em 1 de abril

Autoria do texto: Lilian Kotujansky Forte

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Compartilho no blog Fonológica algumas questões do ótimo artigo que li recentemente “Language Disorders Are Learning Disabilities: challenges on the divergent and diverse paths to language learning disability” escrito em 2014 por Sun e Wallach.

O artigo trata da complexa natureza dos distúrbios de linguagem na primeira infância, a sua sobreposição e a sua continuidade com as dificuldades de aprendizagem na idade escolar e os diversos rótulos diagnósticos que podem acompanhar as crianças com dificuldades de linguagem e de aprendizagem. Os autores propõem que a maior parte dos distúrbios de aprendizagem são dificuldades de linguagem que mudaram ao longo do tempo.

O artigo cita como exemplo o caso de Tim, de 2,5 anos com atraso de linguagem. Tim tem dificuldades tanto na área de compreensão, como de expressão, além de questões de atenção. Ele recebeu o diagnóstico de Dificuldade específica de linguagem (DEL) e continuou a receber atendimento fonoaudiológico quando entrou na escola. No 2º ano, Tim já falava e compreendia a linguagem do dia a dia, mas apresentava dificuldades escolares, incluindo as habilidades em leitura e escrita e em expressar suas ideias oralmente e por escrito. A mãe de Tim questionou a possibilidade da criança apresentar um outro problema além da questão da linguagem.

 

Esta dúvida da mãe de Tim leva à clássica questão levantada há décadas por pesquisadores: “Estamos falando de um grupo de crianças que são chamadas por diferentes nomes, mas que na realidade evidenciam um continuum de dificuldades na aprendizagem da linguagem?” Esta foi a resposta dada à mãe de Tim – não há uma nova dificuldade, mas uma diferente manifestação da dificuldade de linguagem de Tim. As diferentes dificuldades vão surgindo à medida que Tim enfrenta novos desafios, já que as demandas de linguagem aumentam à medida que o grau de escolaridade avança.

Como o caso de Tim sugere, crianças e adolescentes com desafios na área de linguagem podem ser identificados com diferentes diagnósticos, em diferentes momentos da vida (da pré-escola ao ensino médio e à vida adulta).

O propósito do artigo é desvendar equívocos sobre os caminhos paralelos e divergentes que crianças com dificuldades de linguagem podem assumir através dos anos, às vezes mudando de diagnóstico conforme elas encontram novos desafios na linguagem oral e escrita.

 

Três argumentos são apresentados sobre a relação entre dificuldades de linguagem e distúrbios de aprendizagem:

1. Os rótulos diagnósticos podem mudar em diferentes contextos por diferentes profissionais – de dificuldades de linguagem para distúrbios de aprendizagem – quando as crianças entram na escola e começam a apresentar dificuldades acadêmicas. Mas, as suas necessidades linguísticas persistem, não importando como sejam chamadas. A maioria das crianças recém identificadas como tendo distúrbios de aprendizagem apresentam necessidades em linguagem e alfabetização pré-existentes que não foram identificadas e que devem ser tratadas.

2. Distúrbios de linguagem nos anos pré-escolares tendem a seguir a criança através do tempo, manifestando-se de forma diferente baseados nas habilidades inerentes ao indivíduo, nos contextos de aprendizagem da linguagem e nas tarefas de aprendizagem. Fonoaudiólogos devem estar cientes dos alicerces linguísticos que as tarefas de aprendizagem demandam e a natureza e período em que há uma “aparente recuperação”.

3. A linguagem está na base de todo o currículo escolar, envolvendo todas as matérias e não somente “Línguas”. A implicação disso é que as escolhas de intervenção devem ser baseadas nas dificuldades que os alunos apresentam no contexto curricular, independentemente de seus rótulos diagnósticos.


Atenção: Os documentos eletrônicos aqui publicados são propriedade intelectual de Lilian Kotujansky Forte e de Cecília Schapiro Bursztyn ou de outros contribuintes individuais para o site. Você pode se referir às informações e citações dos artigos deste site, desde que inclua as referências e o link que permitam ao leitor de seu artigo localizar a obra original aqui.

Confira também:

Postado por Fonológica em 9 de novembro

Atividade de Discriminação Auditiva

Traço de sonoridade /T/ x /D/

 

Autoria da atividade: Lilian Kotujansky Forte

www.fonologica.com.br/quem_somos.html

Captura de Tela 2013-11-09 às 16.28.37

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Imagens: Openclipart

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Confira também:

Postado por Fonológica em 1 de maio

Atividade para terapia – trilha fonema /l/

Autoria do jogo: Lilian Kotujansky Forte

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Clique na figura para abrir.

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Postado por Fonológica em 29 de outubro

Atividade para terapia – fonema /j/

Autoria do jogo: Lilian Kotujansky Forte

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Confira também:

Postado por Fonológica em 24 de julho

Atividade para terapia – fonema /ch/

Autoria do jogo: Lilian Kotujansky Forte

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Postado por Fonológica em 21 de maio

Atividade para terapia – fonema /z/

Autoria do jogo: Lilian Kotujansky Forte

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Postado por Fonológica em 5 de dezembro

Atividade para terapia – fonema /v/

Autoria do jogo: Lilian Kotujansky Forte

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Postado por Fonológica em 14 de novembro

Atividade para terapia – fonema /f/

Autoria do jogo: Lilian Kotujansky Forte

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Postado por Fonológica em 3 de dezembro

Autoria do texto: Lilian Kotujansky Forte

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Desvio Fonológico, Distúrbio Articulatório ou Dislalia?

Apesar de estes termos serem encontrados na literatura e no uso corrente dos profissionais de fonoaudiologia para designar alterações de ordem fonológica, eles não são sinônimos. É importante fazer uma distinção conceitual entre eles:

Desvio Fonológico:

A Fonologia estuda a maneira como o sistema de sons (fonemas) de uma língua se organiza e funciona. Também os classifica em unidades mínimas, que se distinguem entre si (fonemas – menor elemento sonoro capaz de estabelecer uma distinção de significados entre as palavras).

A aquisição do sistema fonológico é gradual e realizada a partir de simplificações da fala adulta (processos fonológicos). Essas simplificações vão sendo gradativamente superadas e adequadas ao padrão adulto. Esse é um processo mental, cognitivo, no qual a criança vai construindo uma consciência dos traços sonoros que compõem e distinguem os fonemas.

Até a idade de cinco anos, em média, a criança deve ser capaz de usar corretamente os fonemas da língua.

O Desvio Fonológico é um transtorno linguístico em que ocorre uma desorganização no sistema fonológico da criança frente ao sistema padrão da comunidade linguística a qual ela pertence. Essas alterações na produção da fala ocorrem sem que existam problemas de ordem motora, intelectual ou emocional.

Distúrbio Articulatório e Dislalia:

A Dislalia foi um termo utilizado para indicar dificuldades na articulação dos fonemas ocasionadas por alterações funcionais nos órgãos periféricos da fala.

Distúrbio Articulatório é a expressão utilizada atualmente, em substituição ao termo Dislalia.

Neste transtorno de natureza funcional, portanto, é o aspecto motor da linguagem – os movimentos articulatórios – que se encontra prejudicado, sem que haja uma causa orgânica que o justifique.

Atenção: Os documentos eletrônicos aqui publicados são propriedade intelectual de Lilian Kotujansky Forte e de Cecília Schapiro Bursztyn ou de outros contribuintes individuais para o site. Você pode se referir às informações e citações dos artigos deste site, desde que inclua as referências e o link que permitam ao leitor de seu artigo localizar a obra original aqui.

Referência Bibliográfica:

. Santana A. P. O articulatório e o fonológico na clínica da linguagem: da teoria à prática. Rev. CEFAC vol.12 no.2, São Paulo, 2010.

. R de Almeida Spíndola. Abordagem fonoaudiológica em desvios fonológicos fundamentada na hierarqui dos traços distintivos e na consciência fonológica. Rev CEFAC, v.9, n.2, São Paulo, 2007.

. GF Gonçalves. Estudo do papel do contexto linguístico no tratamento do desvio fonológico. Rev Soc Bras Fonoaudiol. 2010;15(1):96-102.

. http://www.soportugues.com.br/secoes/fono/

imagem: http://etc.usf.edu/clipart/

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