Postado por Fonológica em 9 de novembro

Atividade de Discriminação Auditiva

Traço de sonoridade /T/ x /D/

 

Autoria da atividade: Lilian Kotujansky Forte

www.fonologica.com.br/quem_somos.html

Captura de Tela 2013-11-09 às 16.28.37

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Imagens: Openclipart

Atenção: Os documentos eletrônicos aqui publicados são propriedade intelectual de Lilian Kotujansky Forte e de Cecília Schapiro Bursztyn ou de outros contribuintes individuais para o site. Você pode se referir às informações e citações dos artigos deste site, desde que inclua as referências e o link que permitam ao leitor de seu artigo localizar a obra original aqui.

Postado por Fonológica em 1 de maio

Atividade para terapia – trilha fonema /l/

Autoria do jogo: Lilian Kotujansky Forte

www.fonologica.com.br/quem_somos.html

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Postado por Fonológica em 29 de outubro

Atividade para terapia – fonema /j/

Autoria do jogo: Lilian Kotujansky Forte

www.fonologica.com.br/quem_somos.html

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Postado por Fonológica em 24 de julho

Atividade para terapia – fonema /ch/

Autoria do jogo: Lilian Kotujansky Forte

www.fonologica.com.br/quem_somos.html

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Postado por Fonológica em 21 de maio

Atividade para terapia – fonema /z/

Autoria do jogo: Lilian Kotujansky Forte

www.fonologica.com.br/quem_somos.html

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Postado por Fonológica em 10 de novembro

Autoria do jogo: Lilian Kotujansky Forte

www.fonologica.com.br/quem_somos.html

Atividade para terapia de linguagem

Bingo – grupo consonantal com /r/

Atividade para terapia de linguagem oral e escrita para o treino de grupo consonantal com /r/.


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Postado por Fonológica em 28 de dezembro

Autoria do texto: Lilian Kotujansky Forte

www.fonologica.com.br/quem_somos.html

Devido a vários pedidos de leitores do Blog, retomaremos neste mês o tema da criança que não fala ou que fala muito pouco.

- Por que uma criança não fala?

Uma grande parte das crianças que apresentam atrasos de fala possui inteligência normal, boa audição, órgãos fonoarticulatórios íntegros e compreende o que lhe é falado.

Nestes casos, é provável que o ambiente não ofereça estímulos e desafios suficientes para que estas crianças desenvolvam a comunicação verbal.

Muitas vezes a criança não sente uma real necessidade de falar, já que seus familiares (irmãos, pais ou avós) falam por ela e atendem seus desejos mediante os gestos que ela produz.

Para este tipo de caso, o fonoaudiólogo proporá uma terapia com o objetivo de estimular e desenvolver a fala da criança, orientando seus familiares sobre como lidar com esta questão em seu cotidiano. Caso a criança ainda não frequente a escola, o terapeuta orientará a família a procurar uma escola de educação infantil adequada às suas necessidades.

- E quais são os outros motivos para uma criança não falar?

Em outros casos, os atrasos na comunicação (a habilidade de compreender e de usar a linguagem oral) podem sinalizar um problema mais sério: a manifestação de um distúrbio mais severo de linguagem, um atraso global do desenvolvimento, uma perda auditiva, uma dificuldade emocional importante.

Um fonoaudiólogo, com experiência no atendimento de problemas de linguagem em crianças pequenas, poderá realizar o diagnóstico e dar o atendimento e a orientação adequada que estes casos requerem.

(Veja também: a página “Desenvolvimento tardio da fala e da linguagem” e a postagem de março de 2009 “Atividades para estimular a fala e a linguagem“)

Atenção: Os documentos eletrônicos aqui publicados são propriedade intelectual de Lilian Kotujansky Forte e de Cecília Schapiro Bursztyn ou de outros contribuintes individuais para o site. Você pode se referir às informações e citações dos artigos deste site, desde que inclua as referências e o link que permitam ao leitor de seu artigo localizar a obra original aqui.

imagem: http://etc.usf.edu/clipart/

Postado por Fonológica em 24 de março

Autoria do texto: Lilian Kotujansky Forte

www.fonologica.com.br/quem_somos.html

Bem antes de começarem a falar, os bebês já usam o olhar, a expressão facial e os gestos para se comunicarem.

Para que a comunicação evolua e a criança passe a fazer uso da linguagem oral, o ambiente em que ela vive deve ser rico em estímulos de todas as naturezas, particularmente a sonora. Neste sentido, os pais têm um papel fundamental na promoção deste desenvolvimento, ao poderem proporcionar as mais diversas experiências de comunicação a seus filhos.

Entre estas experiências, conversar com a criança constantemente é um dos aspectos mais importantes para que ela desenvolva de forma adequada a fala e a linguagem.

Seguem, abaixo, algumas sugestões de como estimular a fala e a linguagem da criança:

Entre 0 e 1 ano:Responda aos balbucios e vocalizações da criança; fale com ela sempre; leia livros com figuras todos os dias; diga rimas e cante músicas; fale o nome dos objetos do dia-a-dia e das pessoas conhecidas; leve-a a novos lugares e novas situações; brinque de jogos simples como “cadê-achou”.

Entre 1 e 2 anos:Encoraje os esforços da criança em falar novas palavras; fale com ela sobre tudo o que você está fazen­do quando está perto dela; fale de uma maneira simples e cla­ra; fale sobre novas situações e acontecimentos; olhe para a criança quando ela fala com você; descreva o que ela faz, sente e ouve; estimule a criança a ouvir discos de música infantil; elogie seus esforços.

Entre 2 e 3 anos:Repita novas palavras diversas vezes; aju­de a criança a ouvir e a seguir ordens através de jogos: “Pegue a bola”, “Cadê o nariz da boneca?”; leve a criança a passeios e fale com ela sobre o que vocês viram; deixe-a responder per­guntas simples; leia livros todos os dias, como uma parte da rotina; ouça a criança com atenção quando ela conversa com você; descreva o que você está fazendo, planejando e pensan­do; faça a criança levar mensagens simples (ex: Vá chamar o seu amigo.); estabeleça um diálogo; faça perguntas para que a criança possa pensar e falar; demonstre à criança que você en­tende o que ela fala através de respostas, sorrisos e assentimen­tos com a cabeça; enriqueça o que ela fala, expandindo suas verbalizações. Se ela diz, “mais suco”, diga, “Você quer mais suco de laranja?”.

Entre 3 e 4 anos:Fale sobre as semelhanças e as diferenças entre os objetos; ajude a criança a contar histórias usando li­vros e figuras; estimule a criança a brincar com os colegas; leia histórias mais longas para ela; preste atenção à criança quando ela está conversando; converse com ela sobre os lugares que esteve ou que irá.

Entre 4 e 6 anos:Quando a criança iniciar uma conversação, preste atenção ao que diz; certifique-se que tem a atenção dela antes de falar; conforme a criança aprende novas palavras, a pronúncia pode não estar correta – encorage-a e elogie suas ten­tativas; dê uma pausa depois de falar – isto dá uma chance à criança de continuar a conversação; continue a expandir seu vocabulário introduzindo novas palavras e dando sua definição, ou usando-as em um contexto em que sejam facilmente com­preendidas; converse sobre relações espaciais e oposições; dê descrições ou dicas para que a criança identifique o que você está descrevendo; estimule a habilidade de categorizar os obje­tos, agrupando aqueles que possuem alguma similaridade (ex. alimentos, animais); fale sempre com a criança sobre os seus interesses.

“Se houver alguma suspeita de que seu filho não está evoluindo da maneira esperada em sua comunicação, procure um fonoaudiólogo que possa avaliar a criança e oferecer uma orientação mais adequada ao seu caso.”

Atenção: Os documentos eletrônicos aqui publicados são propriedade intelectual de Lilian Kotujansky Forte e de Cecília Schapiro Bursztyn ou de outros contribuintes individuais para o site. Você pode se referir às informações e citações dos artigos deste site, desde que inclua as referências e o link que permitam ao leitor de seu artigo localizar a obra original aqui.

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